sábado, 26 de outubro de 2013

sistema solar em 3D

http://eyes.nasa.gov/

Segue um link de um programa desenvolvido pela NASA que permite a viagem pelo sistema solar em 3D, conhecendo os planetas, seus satélites naturais e os satélites artificiais lançados pelas empresas de exploração astronômicas.
É só baixar e instalar o programa no computador seguindo as instruções. É bem facinho e muito legal e interessante. Vale a pena explorar!!!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

lula gigante

link de uma reportagem sobre o encontro de uma carcaça de lula gigante de 9 metros de comprimento achado na Espanha!!!
Muito legal

http://noticias.terra.com.br/ciencia/animais/carcaca-de-lula-gigante-com-9m-e-encontrada-em-praia-na-espanha,561e842c8b391410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

domingo, 6 de outubro de 2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Tubarões visitam as praias com mais frequência do pensávamos



Bem pertinho da areia

Tubarões visitam as praias com mais frequência do pensávamos

Quem aí gosta de ir à praia? Eu adoro, e o pessoal aqui da redação também! Além de nós, humanos, muitos bichos frequentam as águas e as areias das praias do mundo, incluindo aves, crustáceos e… tubarões! Um estudo recente mostrou que esses peixes visitam a costa com muito mais frequência do que pensávamos.

Desde 2009, o Projeto de Rastreamento de Tubarões Globais já acompanhou mais de 100 tubarões. Atualmente, estão sendo monitorados doze animais, sendo cinco tubarões-brancos, os maiores predadores dos mares 

Líder do projeto Rastreamento Global de Tubarões, o biólogo Gregory Skomal monitorou a passagem de várias espécies de tubarões pela zona costeira dos Estados Unidos e da África do Sul. Ele explicou à CHC Online que as águas costeiras são aquelas em que os tubarões encontram mais peixes para se alimentarem – daí seu interesse pelas praias.

Para contar as visitas dos tubarões às regiões estudadas, a equipe capturou alguns animais e colou um transmissor em suas costas, devolvendo-os em seguida ao mar. “O aparelho, via satélite, comunica quando o tubarão vai à superfície e mostra sua localização”, explica Gregory. Na página do projeto, em inglês, é possível acompanhar os passeios de vários animais.

Com os dados registrados, os pesquisadores calculam a velocidade do deslocamento dos bichos e sua incidência nas praias. “Tubarões-brancos, por exemplo, podem viajar até 4,8 mil quilômetros em apenas três meses atrás de comida, e têm um incrível senso de direção”, comenta o pesquisador.

Mesmo concluindo que os tubarões estão mais presentes nas praias do que imaginávamos, Gregory não acha que haja motivo para pânico. “Os tubarões se aproximam da costa regularmente e têm feito isso por centenas de anos, mas sem serem notados”, explica. Para ele, isto sugere que os predadores têm muito menos interesse nos humanos do que achávamos.

Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças
Camille Dornelles, estagiária do Instituto Ciência Hoje
Quando criança, gostava de fazer experimentos dentro de casa e explorar o mundo. Hoje, na CHC, me sinto brincando de cientista e trabalhando como jornalista ao mesmo tempo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Animais pequenos veem o mundo em câmera lenta



Animais pequenos veem o mundo em câmera lenta, diz estudo
Pesquisa indica que pássaros pequenos e insetos percebem o tempo com mais detalhes para escapar de predadores
Entre os animais com os sistemas visuais mais rápidos na base de dados do estudo estão o esquilo-terrestre-de-capa-dourada, o pássaro estorninho e o pombo Foto: BBCBrasil.com
Entre os animais com os sistemas visuais mais rápidos na base de dados do estudo estão o esquilo-terrestre-de-capa-dourada, o pássaro estorninho e o pombo Foto: BBCBrasil.com
Animais pequenos tendem a perceber o mundo em câmera lenta, segundo uma nova pesquisa. Isso significa que eles conseguem observar o movimento de maneira mais detalhada que criaturas maiores, permitindo que escapem de predadores. Insetos e pássaros pequenos, por exemplo, podem ver mais informações em um segundo do que um animal como o elefante. O estudo foi divulgado na publicação científica Animal Behaviour.
"A habilidade para perceber o tempo em escalas muito pequenas pode ser a diferença entre a vida e a morte para organismos que se movem rapidamente como predadores e suas presas", disse o principal autor da pesquisa, Kevin Healy, do Trinity College Dublin, na Irlanda.
Em animais grandes, foi detectado o efeito contrário, estes podem não enxergar coisas que as criaturas pequenas percebem rapidamente.

'Goleiro acelerado'
Nos seres humanos, a velocidade de percepção de informações varia de indivíduo paraindivíduo. Os atletas, por exemplo, frequentemente processam a informação visual mais rapidamente. Um goleiro experiente seria mais rápido do que outras pessoas ao observar de onde vem a bola.
A velocidade com a qual humanos absorvem a informação visual também está relacionada à idade, segundo Andrew Jackson, coautor do trabalho sobre os animais.
Onça ataca jacaré no Pantanal; veja batalhas entre predadores
"Pessoas mais jovens reagem mais rapidamente do que as mais velhas e essa habilidade diminui com o aumento da idade."
A equipe analisou a variação da percepção do tempo em uma variedade de animais. Os cientistas coletaram dados de outras equipes que usaram uma técnica chamada de perimetriaflicker para medir a frequência de fusão crítica, ou seja, a velocidade com a qual o olho consegue processar a luz.
Ao transformar estes dados em um gráfico, os pesquisadores descobriram um padrão que mostravam uma forte relação entre o tamanho do corpo e a rapidez com a qual o olho consegue responder a mudanças na informação visual como, por exemplo, uma luz que pisca.
"De uma perspectiva humana, nossa habilidade para processar a informação visual limita nossa habilidade para dirigir carros ou aviões mais rápido do que conseguimos atualmente na Fórmula 1. Esses pilotos estão testando os limites do que é humanamente possível", disse Jackson à BBC.
"Por isso, ir mais rapidamente iria requerer ou a ajuda de computadores ou uma melhoria do nosso sistema visual através de drogas ou até implantes."
Tatu-bola confuso
O estudo atual se concentra nos vertebrados, mas a equipe também descobriu que diversas espécies de moscas também reagem a estímulos mais de quatro vezes mais rápidos que o olho humano.
Mas alguns tipos de isópodes marinhos (uma tipo de tatu-bola do mar) tem a reação mais lenta de todas as registradas na pesquisa e só consegue perceber uma luz se apagando e acendendo quatro vezes por segundo "antes que fiquem confusos e pensem que luz está sempre ligada", explicou Jackson.
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"Estamos começando a entender que há um mundo inteiro de detalhes que só alguns animais conseguem perceber e é fascinante pensar sobre como eles podem perceber o mundo de um jeito diferente de nós."
Segundo GraemeRuxton, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, que também é coautor do estudo, "ter olhos que atualizem o cérebro em frequências mais altas do que os nossos não tem valor se o cérebro não conseguir processar essa informação igualmente rápido."
"Por causa disso, este trabalho mostra as capacidades impressionantes do cérebro, mesmo os dos menores animais. Moscas podem não ser grandes pensadoras, mas podem tomar boas decisões muito rapidamente", afirma.

Depoimento de Clara Baldan



Desde muito pequena sempre ouvia as estórias que minha mãe contava, era toda noite após o jantar enquanto esperávamos meu pai chegar do trabalho.Ás vezes ela lia alguma coisa dos livros e cartilha da época em que ele estudava, porque na minha casa não tinha outros livros. Eu e minha irmã pedíamos para ela ler novamente a mesma estória, eu adorava, viajava com a minha imaginação. Com seis anos de idade ainda não estava na escola, porque na aquela época as crianças eram alfabetizadas com sete anos, mas eu queria aprender a escrever e ler como a minha mãe. Ela, apesar de não ter primeiro grau completo, sabia ler muito bem, começou a me ensinar a escrever e ler. Com sete anos fui para escola e logo já estava escrevendo e lendo e lia tudo o que via pela frente. A nossa vizinha a D. Emilia tinha um filho que estava na escola e era mais velho que eu e me emprestava seus livros e gibis que já não usavam mais e eu lia. Gostava muito de ler os livros de ciências e até hoje gosto muito de ler.

Como é feito o plástico biodegradável?



Como é feito o plástico biodegradável?

O plástico comum é um material sintético feito a partir de derivados do petróleo. como é uma novidade criada pelo homem, nunca fez parte do cardápio de nenhum microorganismo. Por não ser, digamos, o prato preferido desses minúsculos seres, leva de 40 a 200 anos para ser decomposto. Já a origem do plástico biodegradável é natural.
Do mesmo modo que nós produzimos gordura para estocar as reservas de energia dentro do corpo, algumas bactérias produzem um composto, chamado PHB, com propriedades parecidas com as do plástico comum. Uma pesquisa pioneira do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo, descobriu uma forma simples de produzir PHB: engordando essas bactérias com cana-de-açúcar:
 - Primeiro, fornecemos uma alimentação balanceada às bactérias, para que elas se reproduzam.
- Depois, retiramos alguns nutrientes e damos só açúcar.
As bactérias não se reproduzem mais e só engordam, produzindo o plástico. Daí basta separar e recolher a matéria-prima praticamente pronta", diz a engenheira química Marilda Keico Taciro, do IPT.
A boa notícia acaba aí. O plástico biodegradável custa (por enquanto) de três a cinco vezes mais que o de petróleo - por isso, seu uso ainda é limitado a aplicações médicas e experimentais.
A natureza agradece

 O plástico biodegradável se decompõe 20 vezes mais rápido que o sintético
As bactérias Burkholderia sacchari produzem naturalmente um composto parecido com o plástico
O plástico biodegradável leva dois anos para desintegrar-se. O plástico comum precisaria, no mínimo, de 40 anos

 Fonte: IPT